17 de dezembro de 2009
15 de dezembro de 2009
MEMORIZAÇÃO E DECOREBA
A Folha Online publicou um ótimo post destacando o livro “Mentes Brilhantes - Como Desenvolver Todo o Potencial do Seu Cérebro.”, de Alberto Dell'Isola. Abaixo, um trecho que tem tudo a ver com a linha do Amaury Online, educação. Confira:
Memorização e decoreba
Frequentemente me fazem a seguinte pergunta: "Para que memorizar se eu posso entender?". Ou então já soltam o comentário: "Sinceramente, não consigo memorizar, preciso entender antes." Esses comentários são ingênuos, pois memorização e decoreba são coisas completamente distintas. Ao contrário do que se possa imaginar, esses comentários não são exclusividade no senso comum. Uma vez, li em uma reportagem que "especialistas em educação criticavam o uso de técnicas mnemônicas, visto que elas eram fruto de um descaso com o ensino." É uma pena que Cícero não tenha podido ler isso -ainda que haja tempo para que, aqueles que proferiram essas críticas, possam lê-lo.
Técnicas de memorização referem-se à incorporação de mais gatilhos de memórias, facilitando a evocação de qualquer assunto aprendido anteriormente. Veja que não existe sentido em utilizar técnicas de memorização sem que haja o entendimento prévio do assunto a ser memorizado, visto que, sem o entendimento adequado, é praticamente impossível criar gatilhos de memória eficientes. Assim, ao utilizar um mapa mental para se lembrar das aulas de Direito, o aluno simplesmente cria novos códigos visuais para uma informação já aprendida anteriormente, evitando o esquecimento. Ao se evocar o material estudado, o estudante mais uma vez faz uso de técnicas de memorização, incorporando novos códigos (o som de sua própria voz) à rede de informações em que o assunto está inserido.
A decoreba refere-se à criação de códigos ineficientes de memória. Desse modo, pela repetição pura e simples, o estudante tenta aprender muita informação em um curtíssimo espaço de tempo. Esse é um método completamente equivocado de se adquirir novos conhecimentos, pois, sem o entendimento, não é possível criar uma rede eficiente de memorização. Logo, o aluno que se utiliza da decoreba é incapaz de se articular adequadamente sobre o assunto decorado. Felizmente, minha proposta não é essa - ainda que muitos "especialistas em memorização", sem qualquer formação acadêmica na área, indiquem que memorizar algumas palavras-chave possa resolver qualquer problema de memória.
Fonte: Folha Online
Clique aqui e leia a matéria completa.
11 de dezembro de 2009
DESTRUINDO MITOS
Escrito Por: Daniel Lopes -
Publicado originalmente no blog Amálgama.
Durante dois meses, as aulas resumiram-se ao seguinte: o professor dividia o quadro de acrílico em cinco ou seis partes verticais, em cada uma escrevia uma frase relativamente grande, fazia com o pincel um retângulo em volta de cada palavra e, de cada retângulo, puxava uma seta para cima ou para baixo.
Então começava a chamar os alunos, um por um. Estes tinham que ir rumo a uma das frases e, na ponta de cada seta, dizer que função cada palavra desempenhava na oração, com riqueza de detalhes. Por exemplo, “objeto-direto-portanto-passivo-ativo-apenas-nos-finais-de-semana”, etc.
O pincel do professor Lucídio caiu duas vezes em minhas mãos. Na primeira eu passei adiante. Na segunda também. Só que da segunda vez ele me perguntou por que eu não ia até o quadro, como (quase) todos os outros. Eu disse que era porque não entendia nada daquilo da função das palavras, e que por exemplo naquela frase ali eu só sei que o “a” é um artigo definido.
Ele riu, assim como alguns na turma, mas depois se recompôs e disse que não era hora de fazer piadas. (E olha que não era uma piada!) Com ar douto, pregou então que, enquanto eu não soubesse destrinchar e classificar nitidamente os termos que compõem uma frase, não estaria hábil para me fazer entender por meus concidadãos, fosse através da fala ou da escrita.
Passei dias e dias tomado de certa angústia. Eu odiava colégio e odiava professores. Só gostava das aulas de futsal e do professor de futsal. Mas, mesmo sabendo que professores são metidos a uma conversa fiada, a perspectiva de que os outros não me entendessem mais me deixou muito pra baixo. Ia até o livro de gramática, tentava compreender os capítulos, não conseguia, e a angústia aumentava. Muito em breve meus pais e colegas não mais entenderiam o que eu queria dizer.
*
Por que lembrei disso tudo agora?
É que recebi dias atrás da Anna Raíssa, uma amiga que está se formando em Letras na Universidade de Brasília, o livro Preconceito lingüístico – o que é, como se faz (Edições Loyola).
Não deixa pedra sobre pedra. É uma dinamite.
Sabe aquele livro que você começa a ler e diz, “como é que eu não li isso antes?”. Pois é.
O autor é Marcos Bagno, que foi professor da minha amiga. A obra foi lançada primeiramente em 1999 e desde então virou um clássico, indispensável para estudantes de Letras e a qualquer outro que queira se posicionar no debate sobre as questões da língua brasileira – ou português do Brasil. O volume que ganhei de presente é do ano passado, a 49ª edição. Você não deve ter dificuldades de encontrá-lo na biblioteca de sua universidade.
Bagno é o tipo de sujeito que acumula imensos conhecimentos para destruir o esnobismo, e não para cultivá-lo. Você pode medir o sucesso de uma universidade, ou de uma nação, pela quantidade de Marcos Bagnos que ela possui.
Infelizmente, nessa equação o Brasil não se sai muito bem. Para cada Marcos, parece haver cem Dad Squarisi. Em 1996 ela publicou um artigo no Correio Braziliense – depois reproduzido em diversas outras publicações – no qual repercutia favoravelmente a declaração que o então presidente Fernando Henrique Cardoso dera em Portugal, de que os brasileiros somos todos “caipiras”, designação que para Dad/FHC (eu quase deixo sem o [/]) tem uma carga negativíssima.
Caipiras somos porque maltratamos o português de Portugal, todos os dias, todas as horas, em casa e na rua.
O posicionamento da articulista – fã do ex-presidente – traz, junto com o preconceito lingüístico, o preconceito social mesmo, dirigido a nordestinos, interioranos paulistas e a qualquer outro que não fale o português como José de Alencar o escrevia. Os termos que usa para denegri-los são: “jecas-tatus”, “deslumbrados”, “tupiniquim”, “capiau”, “tabaréus”… Todos falando, não o português, mas o “caipirês”, nessa enorme “Caipirolândia”.
Longe de ser um caso isolado, a ira mal disfarçada de Dad Squarisi é apenas uma amostra do que encontramos em discursos oriundos dos meios dito cultos. Seu patriarca é Napoleão Mendes de Almeida, falecido em 98, tido como um “defensor intransigente da língua”. No Dicionário de questões vernáculas, vocifera que
Os delinqüentes da língua portuguesa fazem do princípio histórico “quem faz a língua é o povo” verdadeiro moto para justificar o desprezo de seu estudo (…). Cozinheiras, babás, engraxates, trombadinhas, vagabundos, criminosos é que devem figurar, segundo esses derrotistas, como verdadeiros mestres de nossa sintaxe e legítimos defensores do nosso vocabulário.
Em Napoleão como em outros, a Gramática é uma entidade sagrada, tal qual a Bíblia e a Constituição, e deve ser o único Livro a reger o modo de falar de todos os indivíduos que moram dentro das fronteiras da Pátria, do Oiapoque ao Chuí. Sem seu conhecimento integral, é impossível sequer falar razoavelmente, o que dizer escrever…
Não importa que Carlos Drummond de Andrade se considerasse um ignorante em coisas de gramática e que Machado de Assis tenha tomado um susto ao abrir a gramática do sobrinho e “não ter entendido nada”¹. E daí se a Ilíada e a Odisséia foram escritas 400 anos antes de surgir a primeira gramática grega (e do Ocidente)?
*
O que ocorre é que entidades como Luiz Antonio Sacconi, autor de um abominável Não erre mais!, querem confundir gramática normativa com língua. Quando na verdade, como esclarece Marcos Bagno, a gramática é apenas a ponta do iceberg. Apelando para as terras amazônicas – repleta de caipiras incultos –, o autor encontra a metáfora perfeita para dissociar a língua portuguesa da gramática portuguesa:
(…) enquanto a língua é um rio caudaloso, longo e largo, que nunca se detém em seu curso, a gramática normativa é apenas um igapó, uma grande poça de água parada, um charco, um brejo, um terreno alagadiço, à margem da língua.
Não se trata de desprezar os frutos que o ensino da gramática podem gerar, mas esta deve estar ancorada na realidade nacional. Por exemplo, “vende-se casas” já é há muito amplamente usado no Brasil, mas os gramáticos insistem em corrigí-lo para “vendem-se casas”. Nesse caso em especial, Bagno cita vários estudos de linguistas nacionais para defender que
na língua falada no Brasil, no português brasileiro, ocorreu uma reanálise sintática nesse tipo de enunciado, isto é, o falante brasileiro não considera mais esses enunciados como orações passivas sintéticas. O que a gramática normativa insiste em classificar como sujeito, a gramática intuitiva do brasileiro interpreta como objeto direto.
É um caso típico em que os “donos” do português deveriam se render à realidade dos fatos. Mas não. Preferem reduzir a nada o linguajar “fácil” das ruas para defenderem com unhas e dentes uma língua hermética, compreensível apenas… para eles próprios! Surge daí o mito da dificuldade do idioma.
Sustentar que “português é muito difícil” é cavar uma profunda trincheira entre os poucos que “sabem a língua” e a massa enorme de “asnos” (termo usado por Luiz Antonio Sacconi em seu livro Não erre mais!) que necessitam, assim, do “auxílio” indispensável daqueles “mestres” para saltar com segurança por sobre o abismo da ignorância.
“Asnos” não é o único adjetivo que Sacconi usa para rebaixar aqueles que se comunicam muito bem entre si sem ter que recorrer à norma culta. De fato, Sacconi é uma espécie de Reinaldo Azevedo do mundo dos gramáticos e, no livro citado, dispara também contra caminhoneiros, jornalistas, vaqueiros, roqueiros, grevistas, petistas, caipiras e todos aqueles que maculam o língua-pátria com sua praticidade. Ah sim, eu já ia esquecendo da influência maléfica do “elemento africano” na língua nacional.
Aliás, hilariamente deduz-se que, para Sacconi, a língua “nacional” seria ainda melhor (mais “pura”) se não tivesse sofrido o contato com os negros e índios – e, posteriormente, italianos. Só sobrariam assim os portugueses. Mas, para seu desalento, ainda em 1997, a pesquisadora Maria Marta Sherre descobriu que também em Portugal, através dos classificados de jornal, “vende-se andares no lumiar” e “aluga-se escritórios”. Uma lástima.
E pensar que Camões um dia escreveu “pubricar”, “pranta” e “frecha”. O mundo não faz sentido.
¹ Os casos de Drummond, Machado e outros escritores “analfabetos” estão em Língua e liberdade, de Celso Pedro Luft.
10 de dezembro de 2009
RESGATANDO A HISTÓRIA: ANTIGOS IMPRESSOS EM COMEMORAÇÃO AOS 50 ANOS DA ESCOLA AMAURY DE MEDEIROS (1974).
Prof. Edvaldo Cavalcante
Por intermédio da professora Rosana Gouveia, consegui uma foto antiga do Amaury de Medeiros. Fascinado com a velha imagem do antigo casarão, insisti para que a amiga Rosana procurasse mais fotos para publicarmos aqui no blog. Dias depois, chegou as minhas mãos um verdadeiro tesouro que revela a tradição da Escola Amaury de Medeiros no quesito informação: O jornal, “A Escola”, uma publicação de 1974, ano do jubileu de ouro (50 anos) da escola. Lendo o antigo impresso, descobri mais um detalhe importantíssimo da nossa escola: O texto de capa do antigo jornal – escrito pela aluna da 5ª série, Josefa Magali de Melo - destacava: “Nesta oportunidade de regojizo, todos nós que fazemos a Escola Amaury de Medeiros sentimos o dever de ressaltar o trabalho de todos aqueles que souberam engrandecê-la. Por esta razão lembramos sua primeira dirigente, a dedicada educadora Débora Feijó...”.
Só para esclarecer aos desinformados, Débora Feijó foi uma grande educadora pernambucana pioneira na educação de adultos. Três décadas antes de Paulo Freire ganhar notoriedade com seu método para educar adultos, a professora Débora Feijó publicou a primeira cartilha com linguagem direcionada para adultos no Brasil (1932). Saber que essa importante educadora (que dá nome a uma escola estadual de Pernambuco) foi a primeira diretora do Grupo Escolar Amaury de Medeiros, é mais uma prova da importância histórica da nossa escola. Um outro ponto a se destacar é que o Amaury de Medeiros é pioneiro em educação especial. Em 1974, a escola contava com uma sala voltada para “Educação de Excepcionais” (Como era chamada a educação especial naquela época) tendo como titular a professora Maria de Lourdes Ramos.
O Jubileu de Ouro da Escola Amaury de Medeiros foi citado em sessão solene da Assembleia Legislativa de Pernambuco como comprova o Requerimento nº3550 de 1974: "À 2ª Comissão: Requeremos à Mesa, cumpridas as formalidades regimentais, seja consignado na Ata dos nossos trabalhos de hoje, um voto de congratulações com a Escola Amaury de Medeiros - 1º grau, pelo transcurso do seu “Jubileu de Ouro”, ocorrido no dia 18 do corrente. Da decisão da Casa, dê-se conhecimento àquele educandário, na pessoa de sua Diretora, Sra. Beatriz Leite Barbosa. Sala das Reuniões, em 23 de outubro de1974 - Antônio Corrêa de Oliveira – Deputado".
Seguem, abaixo, os originais da quarta edição do jornal “A Escola” e do convite para as comemorações do Jubileu de Ouro do Amaury de Medeiros (1974):
5 de dezembro de 2009
XIII FEIRA JAPONESA DO RECIFE, UMA OVERDOSE DE CULTURA POP NIPÔNICA
Porf. Edvaldo Cavalcante
Visitei, hoje à tarde (29/11), a Feira Japonesa do Recife que chega à sua décima terceira edição com status de grande evento da cidade. Lembro que, nas primeiras edições, o evento era restrito à Rua do Bom Jesus, no Recife antigo. Hoje, a feira ganhou uma enorme proporção se estendendo por várias ruas do centro velho do Recife.
O evento foi aberto às 10h com os pronunciamentos do Cônsul Geral do Japão no Recife, Toshio Watanabe, e do prefeito do Recife, João da Costa. A feira, que esse ano teve como tema central o Mangá, contou com uma vasta programação com destaque para a Embaixadora do Kawaii, Srta. Misako Aoki, uma das três embaixadoras pop eleitas e nomeadas pelo Governo Japonês para divulgar o segmento jovem da cultura contemporânea japonesa.
Bastou um giro pelas ruas do Recife Antigo para perceber a overdose de cultura pop nipônica: Cosplay, o característico estilo lolita (minissaia e meias) e muito, muito exagero. Outro destaque desse ano foi o Shishimai, a famosa Dança do Leão, típica da ilha de Okinawa, sul do Japão. Um grupo composto por descendentes de japoneses da comunidade japonesa de Campinas (SP), realizou duas apresentações dessa dança típica. A feira foi um sucesso absoluto de público, as ruas lotadas deixaram aquela impressão de que “o Japão é aqui”. Seguem algumas imagens capturadas pela minha lente:
24 de novembro de 2009
O AMAURY DE MEDEIROS COMEMORA 85 ANOS

Hoje, dia 16 de novembro, a escola entrou em festa comemorando os 85 anos de fundação do Grupo Escolar Amaury de Medeiros.
A comemoração teve inicio as 09:30h, com a estréia e abertura do Coral da escola, formado por alunos de 1º e 2º ano da escola local coordenado pelo professor Amós. O coral abriu o evento com a música Um Jovem Galileu levando vários alunos a acompanhar no canto.
Após a apresentação tivemos o privilegio de compartilhar a alegria de professores antigos da escola. A professora Catarina recebeu os aplausos e saudação de todos os alunos presentes no evento. Professores que fizeram e fazem a história da escola e de Pernambuco foram lembrados. Também tivemos a presença de Dona Vandolita, diretora adjunta da escola. Os professores que fazem o corpo de ensino local escolar foram prestigiados com aplausos e saudações de seus alunos. O destaque foi o professor Marcondes que foi chamado ao palco onde foi bastante aplaudido.
Em seguida, houve a apresentação da Banda Marcial Escolar Amaury de Medeiros tocando nove músicas e os parabéns a escola. As músicas Jesus Cristo, Segura Na Mão de Deus e tema da Vitória de Ayrton Senna foram as que mais emocionaram os alunos da escola levando eles a cantarem junto à banda. Um Jazz foi tocado e mais dois boleros para animar os alunos.
Tivemos o grande privilegio de receber duas pessoas importantes da educação de Pernambuco. Dona Marta, gestora da GRE Recife-Sul e Dona Elisabete Medeiros chefe de unidade de ensino. Ao falar da escola e da sua saudação Dona Marta, ela disse estar feliz com a desta: ‘Fico feliz em ver os alunos empolgados’ disse ela.
A festividade terminou com a banda tocando os boleros, ás 11:00h e um lanche oferecido aos alunos.
A banda composta por vários integrantes da escola vem fazendo um ótimo trabalho e esse é o desejo de alunos da escola. Quando pergunto a eles se gostariam que a banda influencia-se no futuro deles, me responderam que sim, e que a banda vá mais além.
Quando pergunto a um aluno da Banda, como ele se sentia está tocando na banda ’Pra mim é gratificante tocar na banda da escola e no dia do aniversario dela’ me respondeu ele.
Texto: Joás Filgueira – Aluno da escola.
Fotos: Rodrigo Rocha - Ex-aluno
3 de novembro de 2009
COMEÇA HOJE A PRÉ-MATRÍCULA PARA NOVATOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

Os estudantes novatos que desejam ingressar na rede estadual de ensino em 2010 podem efetuar o Cadastro Escolar no Portal da Educação (www.educacao.pe.gov.br) a partir da terça-feira (03/11) até o dia 24 de novembro. A Pré-Matrícula pela internet ficará disponível por 22 dias e pode ser efetuada apenas por alunos do Recife e de algumas cidades da Região Metropolitana. A exemplo do ano passado, a secretaria de Educação do Estado realiza a matrícula diretamente nas escolas localizadas nos municípios do interior e das cidades de Itamaracá, Itapissuma, Araçoiaba, Ipojuca e Moreno, entre 28 de novembro e 26 de dezembro.
Clique aqui para fazer sua pré-matrícula
A SE vai oferecer 195.5 mil novas matrículas em 2010. Sendo 74.5 mil na Capital e Região Metropolitana e 121 mil e distribuídas nas escolas localizadas no interior do Estado. ‘É importante ressaltar que existem 3.5 vagas em escolas das cinco cidades da Região Metropolitana com matrícula presencial, portanto, entram efetivamente no Cadastro Escolar 71. mil vagas’ explica Margareth Zaponi, secretaria executiva de Gestão da Rede Escolar.
As escolas de referência da capital e de algumas cidades da Região Metropolitana - onde as turmas não foram preenchidas com estudantes concluintes (egressos) da 8ª série das redes municipal e estadual - terão as vagas restantes disponibilizadas na internet. Nas escolas de referência do interior e das cidades que não entram na internet e Call Center, as vagas ficam disponíveis na própria unidade. Das 1105 escolas estaduais, 30 unidades de ensino regular e de referência não vão ofertar vagas em 2010 (confira lista abaixo).
Após a reserva pela Internet, o Cadastro do Estudante será realizado pela Central de Atendimento Telefônico (0800.286.0086), de 28/11 a 26/12. O procedimento é o mesmo para as duas ferramentas. O cadastro deve ser realizado pelos pais/responsáveis ou pelo estudante, quando maior de 18 anos. É preciso preencher um formulário onde é possível informar até três opções de escolas, além do nome do aluno, data de nascimento, nome dos pais ou responsáveis, endereço (com CEP),telefone de contato, escola de origem, última série cursada no ano anterior, e número de um dos documentos do estudante: CPF; NIS; RG.; e Registro de Nascimento.
Como em 2008, durante o período de reserva na internet, a Central de Atendimento (0800) vai ligar para confirmar o cadastro e agendar a presença na escola para efetivação da matrícula. ‘É muito importante que apenas os novatos façam a reserva de vaga e em apenas uma das ferramentas. Quem cadastrou na internet não precisa ligar para o call Center e quem já estudou na rede estadual em 2009 tem sua vaga assegurada’ ressalta Margareth Zaponi.
Confirmação da Matrícula- No período de 04/01/2010 a 08/01/2010 para estudantes de continuidade, transferidos entre escolas estaduais e de recepção do município. Já os inscritos no Cadastro Escolar (estudantes novatos) a confirmação será no período de 11/01/2010 a 15/01/2010.
Nos dois casos é preciso apresentar: transferência da escola de origem; certidão de nascimento; carteira de vacinação (1ª a 4ª série); comprovante de residência com o CEP; duas fotos 3x4 (facultativo); e requerimento de matrícula assinado pelo pais e/ou responsável ou pelo estudante com mais de 18 anos.
Retardatários – Os que se cadastraram e não efetivaram a matrícula no prazo previsto devem se encaminhar diretamente para escolas em Recife, na Região Metropolitana, nos Municípios de Itamaracá, Itapissuma, Araçoiaba, Ipojuca e Moreno e no Interior, para realizar seu cadastro em escolas onde houver vagas remanescentes, no período de 20/01/2010 a 22/01/2010
Fonte: Seduc - Assessoria de Comunicação
2 de novembro de 2009
ALUNA AGREDIDA NA UNIBAN PEDE PUNIÇÃO PARA OS AGRESSORES
Ela foi xingada de "puta" nos corredores da universidade por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. Desde então, Geisy não frequenta as aulas, ela está no primeiro ano do curso de Turismo.
Segundo o advogado Nehemias Melo, um acordo está sendo discutido com a Uniban para que a estudante volte ao campus, nesta terça-feira, com segurança. Melo também disse que entrará com uma ação de indenização por danos morais contra a universidade. Ele preferiu não mencionar valores, mas afirmou que a Uniban descumpriu o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor.
O advogado da estudante também entrará com ação cautelar para tirar os vídeos postados no site YouTube. Ele ainda pedirá a identificação dos estudantes que colocaram as imagens na internet para punição criminal.
"A instituição tem de oferecer segurança física e psíquica aos alunos", disse Melo. O representante de Geisy, no entanto, afirmou que um dos seguranças foi irônico com a estudante durante o tumulto.
A reportagem não conseguiu contato com a Uniban para comentar o assunto.
Na semana passada, a instituição informou, em nota oficial, que instaurou uma sindicância para apurar a confusão junto a alunos, professores e seguranças. Geisy também será ouvida pela Uniban, que poderá aplicar medidas disciplinares aos causadores do tumulto, conforme regimento interno.
Folha Online


16:20
Amaury Online









