Blog da Escola de Referência e Educação Jovens e Adultos Amaury de Medeiros

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11 de agosto de 2010

IMAGENS DA FESTA DO DIA DO ESTUDANTE NA ESCOLA AMAURY DE MEDEIROS

Origem do dia do estudante - No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima. A Faculdade de Direito fundada em 1827, em Olinda, depois transferida para o Recife, foi o primeiro curso universitário do Brasil. Entre seus alunos mais ilustres, o grande destaque, sem dúvida, foi o grande poeta Castro Alves. Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.

Abaixo, algumas imagens da comemoração do dia do estudante na Escola Amaury de Medeiros, animada pela banda da nossa escola.

Clique nas imagens para ampliar
A balisa Mariana Lais teve participação de destaque

8 de agosto de 2010

5 de agosto de 2010

3 de agosto de 2010

1 de agosto de 2010

31 de julho de 2010

Relembrando: Formandos de 2009 - 3ºA

Vídeo elaborado pela professora Janaina Amália com a colaboração da aluna Steffany Carla

19 de julho de 2010

APLICAÇÃO LIDERA ENEM EM PERNAMBUCO

Originalmente publicdo no JC Online em 19.07.2010

Margarida Azevedo - Jornal do Commercio

O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi a escola que obteve a maior nota, no Estado, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009, realizado em dezembro do ano passado: 706,34. É o quinto ano consecutivo que a unidade fica em primeiro lugar na avaliação nacional, em Pernambuco, entre as escolas públicas.

O Colégio Equipe aparece com a segunda melhor nota do Estado e a primeira da rede particular de ensino, 693,47 (também pela quinta vez). O desempenho por escola é divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC) responsável pelo exame.

As notas do Enem vão de 0 a 1.000. Vértice Colégio Unidade II, de São Paulo, aparece como a melhor escola do Brasil, com média 749,70. A mensalidade, para o 3º ano do ensino médio, custa R$ 2.756 (no Equipe é cerca de R$ 1 mil). A Escola Estadual Indígena Dom Pedro I, da área rural de Santo Antônio do Içá, no Amazonas, ocupa o último lugar, com 249,25.

CONFIRA RESULTADO COMPLETO [em formato Excel]

» Recife » Pernambuco » Brasil

Para elaborar esse ranking, o JC usou a média que reúne as notas da prova objetiva (soma das quatro notas dos testes de matemática, linguagem, ciências humanas e ciências da natureza) e da redação. Na tabela disponibilizada pelo Inep, aparece o nome de 1.541 escolas de Pernambuco, mas nem todas tiveram o resultado divulgado. Isso aconteceu quando a quantidade de participantes, por escola, foi menor que 10 alunos. O MEC divulga hoje as notas médias de 24.157 escolas no Enem 2009 (12.448 escolas ficaram sem nota).

Apesar das reclamações dos estudantes de que as provas do Enem 2009 estavam extensas e que o tempo para responder as questões foi pouco, as notas, comparadas com as de 2008, mostraram que o desempenho das escolas não diferiu muito de um ano para outro.

Entre os dez colégios com melhores nota na rede privada em Pernambuco, somente dois não estão no Recife: o Colégio de Aplicação da Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada, no Sertão (nota 656,51) e o 3º Milênio Colégio e Curso, de Limoeiro, na Zona da Mata (652,15).

Da capital pernambucana, fazem parte do grupo as escolas Fazer Crescer, Único, GGE (unidades Centro e Boa Viagem), Recanto, Marista São Luís e Santa Maria.

Situação contrária quando se observam as escolas com as piores notas: das dez, seis estão no interior e quatro no Recife. A mais baixa é do Educandário Tavares de Souza, de Carpina (501,92).

Na rede pública, além do Aplicação, outras duas escolas federais estão na lista das 10 maiores notas. São eles o Colégio Militar do Recife (656,02) e o Instituto Federal de Pernambuco, câmpus Recife (631,41) e câmpus Pesqueira (614,61). Entre os melhores, há apenas uma unidade da rede municipal, o Centro de Excelência Dom João José da Mota e Albuquerque, de Afogados da Ingazeira, no Sertão. Os outros cinco são da rede estadual.

Dos colégios que ficaram com as dez menores notas, todos são estaduais. No último lugar aparece a Escola Professora Abigail Guerra, de Cortês, na Zona da Mata.

Na rede privada, a maioria dos alunos matriculados no 3º ano, em 2009, participou do Enem, enquanto na rede pública a situação foi contrária. Daí a ressalva do Inep de que em algumas escolas, a amostra dos estudantes que participaram do exame é pequena, o que pode tornar a nota pouco representativa diante do conjunto de alunos da escola.

EMPENHO - Para o diretor do Colégio de Aplicação da UFPE, José Carlos Alves, a boa nota da escola é resultado de um trabalho em grupo. “Funcionários, professores, alunos, pais e a direção, todos atuam juntos”, afirma.

O colégio também ficou com a maior nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Brasil, nas séries finais do ensino fundamental. O diretor do Colégio Equipe, Armando Reis, acredita que a qualificação dos docentes, a competência dos alunos e o foco na aprendizagem justificam a nota alta da escola no Enem.

6 de julho de 2010

AS MELHORES ESCOLAS DO RECIFE SEGUNDO O IDEB

RANKING DAS ESCOLAS ESTADUAIS SEGUNDO IDEB DO ENSINO MÉDIO

Colégio de Aplicação – UFPE (Escola federal)8,2

Colégio Militar do Recife7,2

FCAP – UPE6,9

Escola Estadual Alto da bela Vista4,9

Escola Estadual Júlio da Assis4,9

Escola Estadual Prof. Josué de Castro4,9

Colégio da Policia Militar4,7

Escola Estadual Hercílio Celso4,6

Escola Estadual Cônego Rochare de Medeiros4,4

Escola Estadual Profissional São José4,4

RANKING DAS ESCOLAS MUNICIPAIS SEGUNDO IDEB DO ENSINO FUNDAMENTAL

Escola Municipal Cristina Tavares5,1

Escola Municipal Draomiro Chaves Aguiar4,8

Escola Municipal Maurício de Nassau4,6

Escola Municipal Abílio Gomes4,6

Escola Municipal Cristina Cordeiro4,6

Escola Municipal Dom José Lamartine Soares4,5

Escola Municipal Engenheiro Humberto Gondim 4,5

Escola Municipal Fernando Santa Cruz4,5

Escola Municipal Jardim Mauricéia4,5

Escola Municipal Professora S. M. Araújo Souza4,5

Segundo o Ministério da Educação, um IDEB igual ou superior a 6,0, indica que a escola pratica um ensino de qualidade. Tomando como base esse parâmetro, a cidade do Recife tem apenas três escolas que se encaixam nesse perfil. Sendo que uma delas é federal, o Colégio de Aplicação da UFPE, outra uma instituição militar, o Colégio Militar do Recife, e a terceira é o colégio de aplicação da UPE, a FCAP, que cobra mensalidade fugindo totalmente dos padrões do ensino público gratuito. Ou seja, na prática, nenhuma escola pública estadual em Pernambuco, segundo o IDEB, tem um ensino de qualidade.

Mesmo assim, segundo o site da Secretaria de Educação, os números desse ano indicam que houve um avanço considerável na qualidade de ensino das escola públicas estaduais. Estamos longe do ideal, mas caminhando. Ao menos esse alento.

No caso das escolas municipais, segundo o IDEB do ensino fundamental, nenhuma escola tem um ensino de qualidade. Entretanto, a média das escolas municipais é superior a média das escolas estaduais.

Clique aqui e consulte o IDEB da sua escola.

27 de junho de 2010

CADÊ O ECUMENISMO?

Prof. Edvaldo Cavalcante - Topei, por acaso, com um post do Yahoo que informava sobre os resultados (absolutamente previsíveis, para mim) de uma pesquisa da antropóloga Débora Diniz, da UNB, mostrando o caráter preconceituoso do ensino religioso no Brasil. De cara, antes de entrar no mérito da questão, vale lembrar que ensinar religião em instituições públicas, segundo a Constituição Brasileira, é inconcebível já que a Carta Magna sugere que o Estado deva ser laico. Mas isso é outra história.

Dois pontos explicitados na pesquisa conheço por experiência própria. Uma das escolas em que leciono ostenta, na sala dos professores, uma imagem religiosa. Um espaço público, como indica o adjetivo, deve servir e se adequar a todos. Fazer referência a uma religião apenas, é preconceito. O outro ponto é a questão do ateísmo. Na pesquisa, Débora Diniz verificou que os ateus são, constantemente, associados a pessoas violentas, com desvio de caráter e até nazistas. O mais grave é que a base da pesquisa foram os títulos utilizados nas escolas públicas federais. Ou seja, o preconceito está quase institucionalizado. Exatamente por isso, qualquer manifestação religiosa de origem não-cristã é tida como folclore ou tradição, na acepção mais pejorativa que esses termos carregam. Assim, como nos tempos mais remotos, essas “verdades” veiculadas por instituições públicas transformam qualquer coisa ou pessoa diferente, do que eles julgam normais, em aberrações.

Muitos desses cristãos só professam esse credo porque receberam (de forma impositiva) do colonizador português essa “verdade” que domina as escolas. Com certeza se o Brasil tivesse sido colonizado por um país muçulmano eles estariam defendendo agora o uso da burca e a obrigatoriedade da barba de eremita. Se querem contrariar a Constituição ensinando religião nas escolas, ao menos o façam com base no ecumenismo.

Além da Constituição,a forma como ensinam religião fere a LDB, que prevê no seu Art. 33º:

O ensino religioso, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários

normais das escolas públicas de ensino fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os

cofres públicos, de acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou por seus

responsáveis, em caráter:

I - confessional, de acordo com a opção religiosa do aluno ou do seu responsável,

ministrado por professores ou orientadores religiosos preparados e credenciados pelas

respectivas igrejas ou entidades religiosas; ou

II - interconfessional, resultante de acordo entre as diversas entidades religiosas, que se

responsabilizarão pela elaboração do respectivo programa”.

Traduzindo: o professor (ou quem quer que seja) que ministre aulas de religião, não pode receber por esse trabalho, já que a lei é categórica quando acentua que o ensino religioso deve ser oferecido “sem ônus para os cofres públicos”. Quem trabalha no ensino público sabe que é praxe professores da área de humanas completarem sua carga horária dando “aulas” de religião. Enquanto cada um impõe o seu credo como sendo a melhor religião para todos, o ecumenismo e o bom senso são jogados na lata do lixo.

10 de junho de 2010

INSCRIÇÕES PARA O ENEM 2010 COMEÇAM DIA 21 DE JUNHO

O período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 será de 21 de junho a 9 de julho, exclusivamente pela internet. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (9) pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim José Soares Neto. Ele confirmou que as provas serão aplicadas nos dias 6 e 7 de novembro.

O exame continuará com 180 questões de múltipla escolha e uma redação. A novidade para a edição deste ano é a inclusão de língua estrangeira. No momento da inscrição, o aluno deverá escolher entre inglês e espanhol. No primeiro dia do Enem (sábado, 6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, e também terão de fazer uma redação. No primeiro dia, o exame começará às 13h e acabará às 17h30. No segundo, os estudantes terão uma hora a mais e a prova terminará às 18h30.

MURAL: O Enem continua com 180 questões de múltipla escolha e uma redação e o tempo para fazer a prova permanece o mesmo. Você acha que o MEC deveria rever essas questões? Será cobrada a mesma taxa de inscrição das edições passadas, R$ 35. Os alunos de escolas públicas são isentos. Como nos anos anteriores, as provas também serão aplicadas nos presídios, em datas diferentes. Os detalhes serão publicados em uma portaria na próxima semana. EM PERNAMBUCO - As universidades Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Vale do São Francisco (Univasf) adotaram o Enem como fase única. A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) irá usar o exame apenas na primeira fase. A UPE não adotou o Enem.

Fonte: Agência Brasil (Via JC Online)

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